Método Científico de Desobsessão Espiritual
I - A desobsessão espiritual compreende tratamento sobre duplo aspecto:
 
a) Do ser humano (paciente);
b) Do obsessor, ou dos obsessores (Espíritos de pessoas mortas, operando: 1) por vingança, prejuízos de ordem material ou agravos de ordem moral, sofridos em vidas anteriores, ou 2) com o propósito de desenvolver a mediunidade ou as mediunidades do paciente, ou 3) atraído por afinidades de vibrações, seja com os pensamentos, seja com o comportamento, seja com doenças do paciente).
 
II - O duplo tratamento começa com um pedido escrito, formal, feito pelo paciente, ou por representante dele, de consulta mediúnica, com indicação de nome com sobrenome, idade e endereço completo; e de diagnóstico normal, se houver; ou pelo menos, informação do que sente e onde sente. Ver "Inscrição para Tratamento"
 
III- O tratamento do paciente, pessoalmente ou através de representante que mentalize sua imagem, no momento da atração (quando seja menor, ou se ache acamado, ou esteja internado em estabelecimento hospitalar de saúde), terá a precedência de diagnóstico paranormal e de orientação mediúnica, fornecida pela instituição, por intermédio de seu Presidente, e obedecerá aos seguintes processos de desobsessão, através de médiuns afeitos a esse gênero de trabalhos espirituais.
 
A) Individual:
1- Desobsessões nas quartas feiras e nos sábados, após corrente de cura.  As desobsessões são realizadas mediante duas atrações através de incorporação, para paciente previamente inscrito e selecionado de forma individual.
 
B) Coletivo:
1) Ao final da sessão de desobsessão é feita uma corrente para tratamento coletivo para todos os participantes e assistentes.
2) As pessoas com os nomes inscritos para tratamento à distância, ou que estão impedidas de comparecer à Associação e não têm quem as represente; serão tratadas através de irradiação específica, ao final dos trabalhos, por ocasião da corrente de tratamento coletivo.
 
NOTA: O presente sistema de trabalho é apresentado como método científico porque suas práticas são repetíveis ao infinito, sempre com os mesmos resultados, desde que haja doentes e médiuns de incorporação para isso, e o carma o permita.